segunda-feira, 3 de abril de 2006

A Caixinha Mágica...

Quem não chora não mama!! Eu chorei e o resultado foi esta caixinha que eu recebi no meu aniversário.



É provavelmente o GPS mais popular entre os adeptos do Btt e isto porque, não sendo demasiado caro, cumpre na perfeição a sua função.

É certo que não tem o "brilho" dos novos ecrãs a cores, mas isso não afecta significativamente a navegação no monte uma vez que, nem costuma haver mapas detalhados nas zonas por onde circulamos de Btt. No entanto, os mapas estão lá, e há-de haver o dia em que nos desorientamos ou precisamos de atalhar até à praça de táxis mais próxima, e aí teremos os mapas disponíveis.

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Um pormenor interessante que resultou da utilização do GPS no monte, foi o desenvolvimento do meu sentido de orientação. Antigamente, ia sempre "à boleia" com quem já conhecia o trajecto, e acabava por não ter noção das zonas por onde tinha andado. Agora, como recorro frequentemente aos programas de edição de tracks com mapas, fico com uma noção geral de todo o trajecto e torna-se muito mais fácil "gravar" na memória o percurso. Agora que já não preciso...

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Outra grande vantagem de partir para o desconhecido recorrendo apenas ao trajecto gravado em GPS, é a possibilidade de gerir o esforço em função do terreno que nos espera. Estudando em casa o gráfico de altimetrias e de pendentes, permite-nos planear e dosear o esforço.

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Apesar de todas as vantagens, há também quem a considere a "máquina do demo", isto porque está a "globalizar" os trilhos deste nosso país. Ainda há quem goste de guardar os trilhos da sua terra só para si e para os seus convidados.
Eu sou da opinião que os trilhos devem ser divulgados, mas para isso parto do princípio que todos os praticantes de Btt são tão respeitadores da natureza como eu sou. E sei que há excepções, mas...

E por falar em globalização de tracks, aqui fica uma excelente ferramenta. Parabéns ao Bravellir do ForumBtt.


sexta-feira, 17 de março de 2006

Mais um adepto convertido...

Esta "coisa" do Btt tem duas características que estão cientificamente provadas. É viciante e contagioso.

Após vários meses a "meter veneno" entre os colegas de trabalho lá consegui converter o Dino. Soltou os cordões à bolsa, comprou uma Trek, e a 11 de Março de 2006 estávamos a fazer o primeiro treino por trilhos de Ílhavo e Vagos. Ainda com bastante estrada para ele não apanhar sustos, lá percorremos os 30km do baptismo.

E assim ganhou o Btt mais um adepto.

Em poucos dias já ele estava cheio de pedalada e a aventurar-se pelos trilhos de Sernada do Vouga até à Cabreia.



domingo, 18 de setembro de 2005

Srª da Abadia - Terras do Bouro

De novo na companhia dos Bicigodos, e para comemorar o meu 100º passeio de bike, aceitei o convite para uma ida até ao Gerês.
Com partida na Srª da Abadia (Terras do Bouro), e passagem por Covide e S. João do Campo, percorremos uma parte da Geira Romana (uma estrada romana que ligava Braga a Astorga).

Este passeio com cerca de 50km revelou-se uma caixinha de surpresas.


Os 18 aventureiros à partida
O je...

Uma queda...

Um furo...

Um obstáculo mais complicado que o habitual...

O parque das meninas na hora do abastecimento...

O abastecimento...

A "sobremesa"... rappel numa rocha com a barragem de Vilarinho das Furnas como cenário de fundo

Um muito obrigado ao Ricardo, que delineou o trajecto e ao pessoal da escalada, que planeou a "sobremesa".
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------------------------------ Acumulado até à data: 2454km percorridos e 213h35m a pedalar ------------------------------
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