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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Passeio multimodal

No Domingo passado desenferrujei as articulações numa voltinha de 40kms de Aveiro até à Pateira de Fermentelos. Tal como eu já desconfiava, só era preciso começar, para voltar a ressuscitar o bichinho dentro de mim.

Ontem, enquanto planeava com o Rui uma voltinha por trilhos mais montanhosos, vi-me confrontado com a triste situação de ter que me deslocar de carro para outras paragens. Já não tiro o carro da garagem à tanto tempo e não me apetecia ter que o fazer. Foi então que tive uma ideia. Excelente altura para experimentar o Vouguinha!!


As opções eram limitadas. O Vouguinha só faz uma viagem de manhã e outra ao fim da tarde, por isso, lá estavamos nós às 9:34 preparados para esta viagem de uma hora e três minutos.

As carruagens, a gasóleo, chamam a atenção pelo estado em que se encontram. Visto do exterior é discutível se é arte ou vandalismo, mas no interior é desolador ver as janelas pintadas que impedem os passageiros de desfrutar da paisagem.

A viagem é interessante, não tanto pela paisagem, mas pelo simbolismo histórico. Dá a sensação de regresso ao passado. Os túneis, as passagens sem guarda, as estações e apeadeiros ao abandono...


...e algumas excepções que agradam à vista.

Passamos ainda pelo Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga, e lá fomos ziguezagueando até Sernada do Vouga.

Sernada do Vouga parece uma povoação fantasma. Onde outrora funcionou a estação que fazia o interface dos ramais de Espinho, Viseu e Aveiro, agora vê-se um cemitério de meia dúzia de carruagens vandalizadas.

Foi aqui o nosso ponto de partida para mais uma pedalada.

Partimos em direcção a Mouquim, Vila Nova de Fusos e casa do guarda e daí descemos novamente até à foz do Rio Mau. Na descida o Rui conseguiu a acrobática proeza de desaparecer no meio da vegetação com um elevado nível artístico.

Depois apanhamos a linha que ligava Sernada a Viseu, entretanto desactivada e alcatroada.

Passagem pela linda Ponte do Poço de Santiago.


Seguimos em direcção à eólica das Talhadas...

...e voltamos a Sernada do Vouga.

Para não deixar o Rui com todo o protagonismo, ainda consegui a proeza de fazer um mergulho acrobático.

O regresso não contemplava o comboio e, por isso, seguimos por Serem, Frossos e Cacia até Aveiro.


E assim se fez um belo passeio multimodal que acabou por acumular 57kms nas pernas.

sábado, 3 de maio de 2008

Se há vinho... eu vou!!

Como já devem ter reparado, BTT é coisa que não tem havido muito por estes lados. Já passaram mais de 4 meses desde a minha última aventura.

Há dois motivos:

- O meu rebento, (futuro companheiro de pedaladas, espero) que tem agora dois meses de idade e me tem mantido entretido no mundo das fraldas, halibuts e babygrows;
- E a minha nova paixão por bicicletas antigas que me tem ocupado todo o tempo livre que me resta.



Esta rotina foi agora quebrada devido a um evento que me fez pensar duas vezes...

Um passeio de bicicleta, na minha terra, sem carácter competitivo, entre amigos e com 15 (quinze) tascas para visitar?? Não posso perder!!



O programa incluía beber um copo de vinho em cada uma das tascas, sem uma ordem nem percurso definidos. Apenas com base num mapa da região que foi fornecido instantes antes da partida.






Juntaram-se os "Rouba o copo 3" com a "Sagrada Família", e foi divertimento garantido...


Mesmo com tanta bebida grátis pela frente, optamos por parar à 4ª tasca, comprar uma garrafa de vinho e ficar a comer um belo chouriço.
À saída da 4ª tasca já nos cruzávamos com algumas equipas com 11 tascas visitadas...



Beber sim!! Mas com estilo...






A precisar de apoio...















No meio de tanta descontracção e divertimento, acabámos por fazer um percurso muito regular, e conseguir os 15 carimbos sem grandes dificuldades.


Foi um dia muito divertido com um excelente grupo de amigos. Todos chegámos ao fim sãos e salvos, apesar da estrada parecer bastante sinuosa.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Os sons do regresso


Foram precisos 44 dias para voltar a ouvir o som dos cleats a encaixar nos pedais.

Para desenferrujar, combinei com o Dino (que tem andado tanto como eu) uma voltinha ligeira no Baixo Vouga. Foram 35km a um bom ritmo entre Cacia e Salreu.

Os 44 dias na garagem sem receber uma gota de óleo na corrente fizeram com que os barulhos das minhas articulações fossem abafados pela banda sonora da falta de manutenção.

Vamos lá ver se é agora que a época arranca.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Fecho do ano

Para terminar o ano de 2007 em grande, alinhei em mais uma aventura aqui pelos trilhos do Vale do Vouga.

Éramos à partida sete aventureiros, mais a nossa repórter fotográfica.

(Dino; Jorge; Pirolito; Hernâni; Pedro; João; Faísca e a reporter Jubas)


Ninguém esperava que em finais de Dezembro iríamos ter direito a um dia tão solarengo.





O descanso dos guerreiros no topo do mundo



O dia a acabar e as bifanas à nossa espera

Mais um alegre convívio de amigos num dos poucos percursos que vou repetindo com enorme prazer.

O prazer é tanto que tenho que começar a controlar o meu entusiasmo. Desta vez foram só duas câmaras, três cortes no pneu e uma mossa no aro novo.



Aqui fica um vídeo do nosso grande realizador FAÍSCA




-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ------------------------- Acumulado até à data: 5541km percorridos e 463h65m a pedalar ------------------------- ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

S.Justa - Valongo

Hoje resolvi pegar em alguns trajectos que encontrei na net e, com um pouco de corta-e-cose, construí uma volta de 35kms com subida à serra de S. Justa em Valongo para queimar as calorias do Natal.

A partida foi junto à Foz do Rio Ferreira.




Apesar de só termos iniciado a volta às 11h, ainda sentimos o rigor do 4ºC.






A subida até aos 450m do pico de Sª. Justa é de deitar os pulmões pela boca.

Depois foi quase sempre a descer até ao ponto de partida.



Em jeito de balanço, devo dizer que apesar de algumas belas paisagens e da vista imponente do alto da serra, não fiquei muito fã dos trilhos desta região.

Nota negativa para a imensidão de lixo que se vê espalhado pelos trilhos. Qualquer estradão que entre pela serra dentro serve para se abandonar uma carga de resíduos industriais ou de construção. Não há civismo...

 
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