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sexta-feira, 20 de abril de 2007

Suporte GPS Versão 2.0

Inevitavelmente, tive que fazer um suporte para o novo GPS.

Com a experiência adquirida no projecto anterior, foi fácil resolver o problema.

Aqui fica a foto-reportagem





terça-feira, 17 de abril de 2007

Troquei de "Caixinha Mágica"


Por vezes não resistimos à tentação e deixamos levar-nos por caprichos.


Dissecando, com a ajuda do dicionário:

"Por vezes não resistimos ao desejo intenso de algo censurável e deixamos levar-nos por uma vontade súbita e sem fundamento justificado."

Admito:
Apesar de estar 100% satisfeito com o meu Garmin Etrex Legend acabei por não resistir e adquiri um Legend C.


O upgrade até não é assim tão significativo quanto possa parecer. Tem cores, apita, dá para guardar mais trajectos, mais rotas, é mais pequeno, mais leve, tem mais autonomia e faz auto-routing. Basicamente, tudo coisas que em nada vão melhorar a minha prestação no Btt.
Comprei o Legend para usar na bicicleta, e para isso já era mais do que suficiente.

De todas as características que mencionei, apenas o auto-routing poderá vir a ter algum impacto na minha vida. Agora já me poderei juntar à seita dos "chicos-espertos" que, para desespero das marias, perdem 5 minutos dentro do carro a digitar palavras como, Carrefour, Amoreiras, ou Corte-Inglês, só para testar se o "bichinho" não vai mandar entrar pela linha do Metro.

Ainda por cima tinha acabado de construir um suporte caseiro que não vai servir para este novo aparelho.

O que interessa é que o capricho foi satisfeito e agora tenho um brinquedo novo para me entreter durante uns dias.

sábado, 24 de março de 2007

Suporte GPS - Faça você mesmo!

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Como prometido, aqui está o making of do meu novo suporte para o GPS.

Ingredientes:

  1. Chapa de inox de 1,5mm
  2. Parafuso M5
  3. Porca de orelhas M5
  4. Esponja antiderrapante autocolante
  5. Garra do guiador do antigo suporte


Receita:


Com uma régua, tirar as medidas à "caixinha mágica" e desenhar o projecto em papel.
Se alguém quiser fazer algo parecido, pode fazer o download aqui

Fazer um molde em cartão à escala, para ensaiar

Cortar e quinar a chapa de inox

Soldar o parafuso para o fecho.

Soldar o gancho traseiro para a garra do guiador.

Juntar todos os ingredientes.

Preparar a cobertura...

...e cobrir a gosto.

Et voilá!!!




Ficha Técnica
Peso total: 150Gr (menos que um Touratech)
Custo total: 2.80€ (esponja antiderrapante e porca de orelhas, o resto do material e a mão-de-obra foram oferta de um amigo)

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Apesar de não ter factos que sustentem a minha suspeita, acabei por fazer uma pequena alteração no topo do suporte de forma a que a não haja a possibilidade do suporte bloquear a captação do sinal dos satélites.

Não altera nada no funcionamento, e até o torna umas gramas mais leve, por isso, mais vale prevenir...



quarta-feira, 21 de março de 2007

Suporte para bicicleta da Garmin

O suporte para bicicleta dos Garmin Etrex sofre de um problema que o leva a desgastar-se com o uso, originando falhas no funcionamento do aparelho.

Tinha lido sobre o assunto mesmo antes de comprar o meu, mas os 18eur de um Garmin contra 75eur de um Touratech fizeram-me arriscar.

Este suporte consiste numa tampa traseira das baterias com fixação para a garra do guiador. Com a utilização intensiva, esta tampa vai ganhando folga, o que faz com que as pilhas deixem de estar devidamente imobilizadas, levando o aparelho a desligar-se esporadicamente.


A solução defendida por vários proprietários deste GPS é a introdução de uma pequena tira de velcro ou esponja entre a tampa e as pilhas, de forma a impedir a trepidação. Esta solução é temporária, uma vez que vai forçar a tampa em demasia e levá-la a ganhar ainda mais folga.



Ao fim de 11 meses e 1710km percorridos lá aconteceu o que eu já esperava: o GPS desligou-se duas vezes durante uma volta e já começava a deixar entrar água e lama para o compartimento das pilhas.
Fartei-me... e comecei a pensar numa alternativa!!


Enquanto estudava a possibilidade de fazer o meu suporte caseiro acabei por descobrir que já vinham a caminho problemas ainda mais graves.

A patilha de fixação do suporte estava quase a entregar a alma ao criador. E o mais estranho é que não há a mínima possibilidade de ter sido causado por mau uso, uma vez que aquela patilha tem um curso limitado de 3mm e não pode ter sido esforçado indevidamente.

Se tivesse partido em andamento, certamente tinha deixado o GPS pelo caminho.

Fica assim definitivamente posto de lado este suporte, uma vez que já está em fase avançada o projecto para o meu suporte caseiro. Aguardem noticias...


segunda-feira, 3 de abril de 2006

A Caixinha Mágica...

Quem não chora não mama!! Eu chorei e o resultado foi esta caixinha que eu recebi no meu aniversário.



É provavelmente o GPS mais popular entre os adeptos do Btt e isto porque, não sendo demasiado caro, cumpre na perfeição a sua função.

É certo que não tem o "brilho" dos novos ecrãs a cores, mas isso não afecta significativamente a navegação no monte uma vez que, nem costuma haver mapas detalhados nas zonas por onde circulamos de Btt. No entanto, os mapas estão lá, e há-de haver o dia em que nos desorientamos ou precisamos de atalhar até à praça de táxis mais próxima, e aí teremos os mapas disponíveis.

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Um pormenor interessante que resultou da utilização do GPS no monte, foi o desenvolvimento do meu sentido de orientação. Antigamente, ia sempre "à boleia" com quem já conhecia o trajecto, e acabava por não ter noção das zonas por onde tinha andado. Agora, como recorro frequentemente aos programas de edição de tracks com mapas, fico com uma noção geral de todo o trajecto e torna-se muito mais fácil "gravar" na memória o percurso. Agora que já não preciso...

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Outra grande vantagem de partir para o desconhecido recorrendo apenas ao trajecto gravado em GPS, é a possibilidade de gerir o esforço em função do terreno que nos espera. Estudando em casa o gráfico de altimetrias e de pendentes, permite-nos planear e dosear o esforço.

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Apesar de todas as vantagens, há também quem a considere a "máquina do demo", isto porque está a "globalizar" os trilhos deste nosso país. Ainda há quem goste de guardar os trilhos da sua terra só para si e para os seus convidados.
Eu sou da opinião que os trilhos devem ser divulgados, mas para isso parto do princípio que todos os praticantes de Btt são tão respeitadores da natureza como eu sou. E sei que há excepções, mas...

E por falar em globalização de tracks, aqui fica uma excelente ferramenta. Parabéns ao Bravellir do ForumBtt.


sábado, 17 de abril de 2004

A nova Marzocchi...

Apesar da má impressão inicial, a RST Capa TL ainda durou um ano.

Agora era hora de fazer o esperado upgrade e a escolha recaiu sobre a Marzocchi MX Comp 105mm. Sem dúvida uma excelente opção. Apesar de ser um modelo da gama mais baixa, as diferenças foram notórias e as dores de costas acabaram-se.

Ao mesmo tempo substituí o avanço por um BBB de 35º e 60mm e um volante elevado.

Esta geometria tornou a bike mais ágil em trilhos técnicos, mas menos preparada para subidas.


sábado, 5 de abril de 2003

E assim tudo começou...

O Fonseca começa a desafiar-me para experimentar uma volta com o grupo, mostra-me as bikes dele, mete-me as revistas da especialidade nas mãos e dou comigo a pensar...

- "Então eu, que ando de bicicleta desde miúdo, gosto de desporto, gosto da natureza, percebo umas coisas de mecânica de bikes, já fiz milhares de kms em bikes de supermercado, vou deixar-me desafiar por um indivíduo de 46 anos sem lhe dar troco??? Espera aí que eu já te digo..."

Às escuras, mas com os conselhos dos mais experientes, lá comprei "a minha menina" à medida do orçamento disponível na altura.

Quadro Haro ICS 3.0;
Suspensão RST CapaTL;
Travões VBrake XT;
Manetes XT;
Shifters XT
Desviador Tras. XT
Cranks XT
Rodas Zack2000

Pneus Schwalbe

Na altura pouca coisa me dizia, apenas conhecia a marca Haro das pequenas BMX e Freestyle, mas o pessoal lá me convenceu...
"O importante é comprares um quadro bom e depois vais melhorando os componentes à medida das necessidades" - Palavras sábias que ainda hoje passam frequentemente de experientes para iniciados.

Cedo me apercebi de duas coisas:

- A suspensão seria a primeira candidata à substituição
- A Haro não era muito popular entre as btt's que eu encontrava no monte, nas revistas e nas competições. Será que apenas é conceituada nas pequenas bmx? Será que eles percebem alguma coisa de bikes de btt? Será que me vai deixar mal?


Aqui está ela ainda com alguns dias de vida...


 
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