Suporte GPS Versão 2.0
Com a experiência adquirida no projecto anterior, foi fácil resolver o problema.
Aqui fica a foto-reportagem

















Apesar da má impressão inicial, a RST Capa TL ainda durou um ano.
Agora era hora de fazer o esperado upgrade e a escolha recaiu sobre a Marzocchi MX Comp 105mm. Sem dúvida uma excelente opção. Apesar de ser um modelo da gama mais baixa, as diferenças foram notórias e as dores de costas acabaram-se.

Ao mesmo tempo substituí o avanço por um BBB de 35º e 60mm e um volante elevado.
Esta geometria tornou a bike mais ágil em trilhos técnicos, mas menos preparada para subidas.
O Fonseca começa a desafiar-me para experimentar uma volta com o grupo, mostra-me as bikes dele, mete-me as revistas da especialidade nas mãos e dou comigo a pensar...
- "Então eu, que ando de bicicleta desde miúdo, gosto de desporto, gosto da natureza, percebo umas coisas de mecânica de bikes, já fiz milhares de kms em bikes de supermercado, vou deixar-me desafiar por um indivíduo de 46 anos sem lhe dar troco??? Espera aí que eu já te digo..."
Às escuras, mas com os conselhos dos mais experientes, lá comprei "a minha menina" à medida do orçamento disponível na altura.
Quadro Haro ICS 3.0;
Suspensão RST CapaTL;
Travões VBrake XT;
Manetes XT;
Shifters XT
Desviador Tras. XT
Cranks XT
Rodas Zack2000
Pneus Schwalbe
Na altura pouca coisa me dizia, apenas conhecia a marca Haro das pequenas BMX e Freestyle, mas o pessoal lá me convenceu...
"O importante é comprares um quadro bom e depois vais melhorando os componentes à medida das necessidades" - Palavras sábias que ainda hoje passam frequentemente de experientes para iniciados.
Cedo me apercebi de duas coisas:
- A suspensão seria a primeira candidata à substituição
- A Haro não era muito popular entre as btt's que eu encontrava no monte, nas revistas e nas competições. Será que apenas é conceituada nas pequenas bmx? Será que eles percebem alguma coisa de bikes de btt? Será que me vai deixar mal?